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Como começou a ABEVD – órgão fiscalizador das vendas diretas no Brasil

Nossa história

No final dos anos 1970, a venda direta já era uma atividade em franca expansão no mundo: contava com empresas sólidas e envolvia milhões de trabalhadores. Para representar essa indústria que se desenvolvia rapidamente, foi criada, em 1978, nos Estados Unidos, a organização não-governamental World Federation of Direct Selling Associations (WFDSA).





No início, Domus 

Em 20 de setembro de 1979, nascia em São Paulo a Associação Brasileira das Empresas Vendedores de Mercadorias a Revendedoras a Domicílio, ou Domus, apoiada por empresas como Avon, Natura, Vogue, Christian Gray, Jafra, Yakult, Tupperware e Stanley Home.Os primeiros desafios dos associados estavam relacionados à regulamentação do setor, especialmente questões trabalhistas e tributárias. Um exemplo eram os projetos de lei que tratavam da simplificação das exigências para o registro de pequenas empresas e firmas individuais nas juntas comerciais.Nos primeiros anos, no entanto, ainda havia, entre as empresas, o receio de trocar informações com potenciais competidores. O relacionamento entre elas era bom, mas não se apostava em ações conjuntas.


A chegada dos comitês de trabalho


A partir de 1998. A Domus tomou um novo impulso quando passou a criar comitês de trabalho formados por profissionais das empresas associadas. Eles constituíram a mola propulsora da associação. Que passava a se focar em resultados e em tornar o sistema de venda direta mais democrático e transparente.

Gradativamente, as empresas passaram a compartilhar informações sobre seu trabalho, seu volume de vendas e produção. Começaram também a definir conjuntamente as boas práticas nas relações trabalhistas. E governamentais, de modo a evitar equívocos que pudessem afetar a indústria como um todo.

A ideia era firmar uma nova imagem da venda direta. Mostrar o quanto a atividade gera oportunidades de renda para milhões de pessoas. O quanto seu sistema é confiável, formal, legal e penalizado por uma onerosa carga tributária. Sem esquecer os fundamentos dessa atividade. Baseados na ética das relações comerciais entre a empresa que vende o produto e o revendedor autônomo. Um claro código de ética dos revendedores. E um bem definido código de ética das empresas viriam a solidificar mais ainda a seriedade e a credibilidade da atividade.


Finalmente, a ABEVD


Em 2001, a Domus simplificou seu nome para ABEVD.Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas. E alcançou o estágio onde hoje se encontra: uma associação profissional, formada por executivos atuantes, orientados e focados em resultados, empenhados em fazer com que o segmento de venda direta no Brasil tenha o reconhecimento e a importância que merece junto ao público e ao governo.


Links que possa se interessar.

Como ser um consultor Hinode
O que é ABEVD?
Venda direta e Marketing multinível é opção ao desemprego
o que é Vendas Direta ABEVD
Marketing Multinível vale a pena ? Pequenas Empresas Grandes Negócios

 

Fonte: http://www.abevd.org.br/sobre/historia

Luiz Cerqueira

4 Comments

    • Bom dia, não precisa ter medo. Não tem como perder dinheiro com esse negócio, Uma vez que você pega todo seu investimentos em produtos no ato e assim já pode sair vendendo. Eu particularmente sou consumidor da Hinode e além de vender faço uso da maioria dos produtos e com isso se fosse o caso de eu investir e não conseguir vender eu usaria todos os produtos. Mias a venda é muito boa, os produtos são muito bem aceitos no mercado e o melhor de tudo é que você compra com 50% de desconto tendo assim 100% de lucro na revenda. Eu já fiz minha cartela de clientes e agora eles que me procuram encomendando os produtos e eles mesmos fazem pra mim a propaganda gerando novos clientes.

    • Bom dia, não precisa ter medo. Não tem como perder dinheiro com esse negócio, Uma vez que você pega todo seu investimentos em produtos no ato e assim já pode sair vendendo. Eu particularmente sou consumidor da Hinode e além de vender faço uso da maioria dos produtos e com isso se fosse o caso de eu investir e não conseguir vender eu usaria todos os produtos. Mias a venda é muito boa, os produtos são muito bem aceitos no mercado e o melhor de tudo é que você compra com 50% de desconto tendo assim 100% de lucro na revenda. Eu já fiz minha cartela de clientes e agora eles que me procuram encomendando os produtos e eles mesmos fazem pra mim a propaganda gerando novos clientes.

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